O salão trabalha o mês inteiro, entra dinheiro todo dia, e no fim do mês não sobra nada. Não é falta de cliente. É que o dinheiro do trabalho e o seu estão no mesmo bolso.
Não é desorganização, e não é falta de trabalho. É que o dinheiro que entra e o dinheiro que sai passam pelo mesmo lugar sem nome, e o que não tem nome não dá para contar.
Você atendeu hoje e o dinheiro do cartão cai daqui a trinta dias. Enquanto isso o fornecedor cobra, o aluguel vence e a luz chega. Olhar o saldo do banco não responde nada, porque ele não mostra o que já é seu e ainda não chegou.
Passou no mercado e aproveitou para comprar o papel alumínio. Pagou a escola da filha com o dinheiro do dia. No fim do mês não dá para saber se o salão deu lucro, porque a sua vida está misturada dentro dele.
Cadeira, secador, chapinha, a reforma do espelho. Cada um parcelado numa hora, e todos caindo juntos todo mês. Ninguém lembra quantas faltam de cada um, e a fatura sempre vem maior do que a conta que você fez de cabeça.
A progressiva parece a que mais dá dinheiro porque é a de maior valor. Mas leva quatro horas e gasta muito produto. Sem separar o que entrou por tipo de serviço, a impressão decide, e a impressão erra.
O Zelo não é um caderno bonito. Ele existe para responder três perguntas que uma cabeleireira faz todo mês e quase nunca consegue responder: quanto já é meu, quanto ainda devo, e o que sobrou.
As vendas no cartão viram contas a receber com a data em que caem. Você olha a semana e vê o que já é seu, mesmo que ainda esteja com a maquininha, e para de decidir pelo saldo do banco.
Produto, aluguel, comissão, energia, maquininha, sua retirada. No fim do mês o relatório mostra quanto foi para cada uma, e aquela que come o lucro sem ninguém notar fica visível.
Cada equipamento parcelado vira uma lista: quantas foram, quantas faltam, quanto ainda falta pagar no total. Dá para mudar o valor daqui para a frente sem mexer no que já passou.
Quando o que você tira para viver é um lançamento com nome, o salão passa a ter um resultado de verdade. É a diferença entre saber se o negócio se paga e achar que se paga.
Ninguém tem tempo de fazer contabilidade entre uma escova e outra. O trabalho todo cabe em alguns minutos por semana, assim:
Não. O Zelo funciona igual para quem tem MEI, para quem aluga uma cadeira e para quem atende em casa. Ele organiza o dinheiro, não a papelada.
Sim, e é para isso que a maioria chega. Você cria categorias para o salão e categorias para a sua vida, e o relatório mostra os dois separados sem precisar de duas contas de banco.
Você lança como conta a receber com a data em que o dinheiro cai. Ele aparece como já seu, mas ainda não disponível, então você não gasta duas vezes o mesmo dinheiro.
Sim. Abre no navegador do celular, sem instalar nada, e é onde a maioria lança, entre um cliente e outro.
Não. Se você sabe dizer o que entrou e o que saiu, você sabe usar. As contas quem faz é o sistema.
São 7 dias grátis sem pedir cartão nenhum. Depois é uma assinatura mensal, e existe o plano anual mais barato por mês.
Você cadastra só as parcelas que faltam e informa quanto já foi pago. Não precisa lançar dois anos de histórico para o sistema mostrar a sua situação de hoje.
São 7 dias com tudo liberado, sem pedir cartão. Se em uma semana você não souber para onde foi o seu dinheiro, é só não continuar.
Criar minha conta grátisO Zelo é o mesmo sistema. O que muda é o exemplo que usamos para explicar.