Abrir o MEI levou quinze minutos. Saber se ele dá lucro é a parte que ninguém explicou. Você fatura, paga o DAS, e mesmo assim não consegue dizer quanto do dinheiro na conta é da empresa e quanto é seu.
O problema quase nunca é o imposto, que é baixo e fixo. É que a empresa e a pessoa dividem a mesma conta, o mesmo cartão e o mesmo bolso, e aí não existe número nenhum para olhar.
A maioria recebe do cliente na conta pessoal e paga o supermercado da mesma conta. Enquanto for assim, faturamento e salário são a mesma pilha, e nenhuma conta que você fizer sobre ela vai estar certa.
É pouco dinheiro e por isso ninguém anota. Aí atrasa, junta multa e juros, e o que era barato vira dor de cabeça na hora de declarar. Conta pequena que se repete é exatamente a que mais escapa.
O MEI tem limite de faturamento, e passar dele muda o seu enquadramento e o quanto você paga. Quem não soma mês a mês só descobre onde está quando já passou, e aí não dá mais para planejar nada.
Você entregou o trabalho, emitiu a nota, e o pagamento vem no mês que vem. Nesse meio tempo o aluguel, o material e o DAS não esperam. Olhar o saldo dá medo à toa, porque ele não mostra o que já é seu.
Não precisa abrir conta PJ nem contratar ninguém para começar. Precisa que cada real que entra e sai tenha um nome, e que a sua retirada seja um lançamento como qualquer outro.
Você usa categorias para as duas coisas dentro da mesma conta de banco. O relatório mostra o resultado da empresa sem o supermercado no meio, e o seu custo de vida sem o material de trabalho no meio.
Cadastra uma vez e ele aparece todo mês na lista de contas a pagar, junto com o que já venceu e o que vence agora. Deixa de depender de você lembrar no dia 20.
Como cada entrada tem categoria e data, o relatório mostra quanto entrou em cada mês e no acumulado. Dá para ver a distância até o limite enquanto ainda dá tempo de decidir.
Nota emitida e não paga vira conta a receber com a data combinada. Você vê quem está devendo, quanto, e desde quando, sem procurar em conversa de WhatsApp.
Não é rotina de escritório. São alguns minutos por semana, quase sempre no celular:
Não. Ele cuida do seu dinheiro, não da parte fiscal. A nota você continua emitindo onde já emite, e lança no Zelo o valor e a data em que vai receber.
Não calcula nem paga. O que ele faz é não deixar o DAS ser esquecido: você cadastra como conta que se repete todo mês, e ele aparece na lista junto com as outras contas a vencer.
Não. Dá para usar o Zelo com uma conta só, separando por categoria o que é da empresa e o que é seu. Conta PJ ajuda, mas não é condição para começar a enxergar os números.
Pelo relatório por categoria e por mês. Como cada entrada é lançada com data, dá para ver o acumulado do ano e acompanhar a distância até o limite do MEI enquanto ainda dá tempo de planejar.
Não, e não tenta. O contador cuida de obrigação e declaração; o Zelo cuida de você saber para onde o dinheiro foi. Quem tem contador costuma dar menos trabalho a ele depois de organizar isso.
Sim. Quem presta serviço, quem vende produto, quem trabalha em casa ou na rua. As categorias você cria com os nomes do seu trabalho, então elas encaixam em qualquer ramo.
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São 7 dias com tudo liberado, sem pedir cartão. Se em uma semana você não souber para onde foi o seu dinheiro, é só não continuar.
Criar minha conta grátisO Zelo é o mesmo sistema. O que muda é o exemplo que usamos para explicar.