O aplicativo mostra quanto você fez no dia. Ele não desconta o combustível, o pneu que vai furar, a revisão que vem, o IPVA de janeiro nem a parcela do carro. O que sobra de verdade é outro número, e quase ninguém sabe qual é.
Não é o app que mente. É que o custo de rodar não chega junto com a corrida: ele chega depois, de uma vez, e por isso não entra na conta que você faz de cabeça no fim do dia.
Cem reais hoje, oitenta amanhã, cento e vinte depois de um dia cheio. Cada abastecida parece pequena, e ninguém soma. No fim do mês é o maior gasto da operação e o mais invisível de todos.
Revisão, pneu, embreagem, pastilha. Durante meses não custa nada, e aí custa mil e quinhentos num sábado. Sem reservar por mês, essa conta sempre chega no pior momento.
São contas anuais que todo mundo sabe que existem e ninguém guarda para. Chegam no mês em que a corrida cai, e viram parcelamento no cartão que você paga o ano inteiro.
Sem separar o que entrou do que o carro consumiu, não dá para responder se vale a pena rodar de madrugada, se a semana passada foi boa, ou se o aluguel do carro está pesando demais.
O Zelo não conecta no Uber nem na 99, e não conta as suas corridas. Ele faz a outra metade, que nenhum aplicativo faz: junta o que entrou com tudo que o carro custou e mostra o que ficou com você.
Cada abastecida vira um lançamento de dez segundos, no celular, no posto. No fim do mês o relatório mostra o total, e você descobre o tamanho real do maior custo da operação.
IPVA, seguro e licenciamento entram como contas a pagar nos meses em que vencem. Elas aparecem na lista com meses de antecedência, então param de ser surpresa.
Revisão e troca de pneu entram como compromisso futuro, na data estimada. Você vê a conta chegando enquanto ainda dá tempo de separar o dinheiro.
A lista de parcelamentos mostra quantas já foram, quantas faltam e quanto ainda falta pagar. Se você aluga em vez de financiar, é um custo fixo mensal como qualquer outro.
Nada disso é feito na rua. São segundos no posto e alguns minutos no fim da semana:
Não. Ele não lê as suas corridas nem importa os ganhos automaticamente. Você lança o que foi depositado, que é um lançamento por depósito, e o Zelo cuida do resto da conta.
Não. Funciona igual para quem tem MEI e para quem não tem. O que ele organiza é o dinheiro, não a papelada.
Serve, e nesse caso fica até mais simples: o aluguel é uma conta fixa mensal, e o resto da conta é igual — combustível, manutenção que for sua, e o que entra dos aplicativos.
Você lança cada depósito com o nome do aplicativo na descrição ou no favorecido. O relatório soma tudo e, se quiser, dá para ver quanto veio de cada um.
Dá para saber quanto sobrou no mês com precisão, que é o número que decide se vale a pena continuar. Por dia depende de você lançar todo dia; muita gente lança por semana e já resolve.
Sim, abre no navegador do celular sem instalar nada. É onde quase todo mundo lança, parado no posto.
São 7 dias grátis sem pedir cartão nenhum. Depois é uma assinatura mensal, e existe o plano anual mais barato por mês.
São 7 dias com tudo liberado, sem pedir cartão. Se em uma semana você não souber para onde foi o seu dinheiro, é só não continuar.
Criar minha conta grátisO Zelo é o mesmo sistema. O que muda é o exemplo que usamos para explicar.
O salão trabalha o mês inteiro, entra dinheiro todo dia, e no fim do mês não sobra nada. Não é falta de cliente. É que o dinheiro do trabalho e o seu estão no mesmo bolso.
Abrir o MEI levou quinze minutos. Saber se ele dá lucro é a parte que ninguém explicou. Você fatura, paga o DAS, e mesmo assim não consegue dizer quanto do dinheiro na conta é da empresa e quanto é seu.